Este blog tem a finalidade de difundir a apicultura nacional e projectos de investigação realizados em Portugal. A APISMAIA realiza análises polínicas, físico-químicas e resíduos ao mel e outros produtos apícolas.
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Nov
10

III Seminário apícola em Torre de Moncorvo

 

Para os interessados aqui fica o programa do III Seminário apícola em Torre de Moncorvo

https://dl.dropbox.com/u/7188306/Poster%20-%20III%20SEMIN%C3%81RIO%20APICOLA%20DA%20TERRA%20QUENTE.pdf

publicado por apismaia às 00:03
14
Nov
10

As glândulas cerígenas

É nas glândulas cerígenas das obreiras que tem lugar a produção da cera (ver em http://www.honeyflowfarm.com/articles/flowertoflame/flowertoflame.php) . A glândula cerígenea está situada no abdómen, na parte inferior, entre o quarto e sétimo esternino (figura 1). Em cada esternino existem 2 canais que ligam directamente à glândula.

A glândula da cera é constituída por 3 tipos de células: a) as células epiteliais, b) os oénocitos; c) os adipócitos (ou células adiposas). Estas células agem sinergeticamente na produção de hidrocarbonetos, ácidos gordos e proteínas que constituem a cera. É verificado que os hidrocarbonetos são produzidos nos oenócitos e as proteínas são produzidas nas células epiteliais. As células adiposas fornecem substâncias que iram fornecer a energia necessária para a produção de cera.

A obreira e a cera

É verificado que a partir do 4º dia de vida da abelha, tem inicio o aumento do reticulo endoplasmático nos oenócitos e o seu aumento geral. A partir do 18º dia é verificado que, tanto os oénocitos como o reticulo, decrescem no seu volume, dando lugar a lissosomas. Os adipócitos também aumentam de volume antes do inicio da síntese da cera. Quer isto dizer, que é no inicio da primeira semana de vida da abelha que esta está adaptada fisiologicamente á produção de cera. Em termos de maneio, quer dizer que determinadas colónias (no mesmo apiário) podem puxar mais intensamente a cera do que outras, pelo facto de possuírem um maior número de abelhas nesta idade.

A colónia e a cera

Em termos individuais, a obreira tem a sua idade própria para “puxar” a cera. No entanto, esta condição não basta para que as ceras sejam puxadas. Também é necessário que a colónia (em termos de conjunto) esteja preparada para tal.

A construção de favos de cera depende muito do estado de qualidade da rainha. É visto que colónias com rainhas virgens têm uma produção de cera inferior a colónias com uma rainha fecundada. Também a presença de criação aberta reforça o desenvolvimento das glândulas cerígenas e hipofaríngeas com a consequente produção de cera. Estes dois factores juntos (rainha fecundada e criação aberta) são as principais “forças” para a produção de cera na colónia.

A importância dos açúcares na produção da cera

Além dos factores intrínsecos numa colónia, a produção de cera está dependente do meio ambiente, ou seja, do fluxo de néctar e reservas de mel.

Numa colónia, com a rainha fecundada e presença de postura, existem dois factores para o inicio da construção de favos: a) elevado fluxo de néctar e b) armazenamento de mel a 60 – 80%. Isto quer dizer que, durante o fluxo de néctar, a construção de favos é iniciada quando os favos de mel estão quase completos com mel. Quando iniciada a construção esta é parada quando o fluxo termina. Em termos práticos, quando o apicultor coloca a primeira meia-alça, esta deve ser colocada o mais cedo possível (desde que o ninho esteja completo). Por outro lado, a substituição de ceras deverá ser feita quando existe um fluxo de néctar.

O custo total da produção de 1 quilo de cera é de 6,25 quilos de mel. Isto representa cerca de 10% do consumo anual de mel pela colónia.

publicado por apismaia às 23:54
16
Out
10

No dia 15 de Outubro foi delibrado em Assembleia a formação da direcção da Associação de Apicultores do Marão. Estiveram 25 apicultores dos concelhos abrangidos por esta Associação: Vila Real, Sabrosa, Alijó e Sta. Marta de Penaguião. Ficou determinado uma joia de 15 euros e quaota anual de 18 euros.

Estamos no ínicio e somos poucos, mas com vontade de iniciar uma "aventura" no mundo apícola. Temos apicultores a produzir 3 toneladas, temos apicultores a produzir rainhas, temos apicultores a produzir própolis, temos apicultores com mel no mercado regional. Temos "know-how" para avançar com uma boa Associação.

Temos que partir de dentro para fora, ou seja, saber as nossas competencias e valores para para iniciar um processo sólido. Pessoalmente, fico preocupado quando a finalidade única, ou quase única, é ir busacr subsídios ao PAN. É legitimo, mas não é por ai que uma Associação cresce e se desenvolve. O PAN, é somente uma"bengala" para que as Associaçõesde apicultores demonstrem a sua "força".

publicado por apismaia às 12:47
16
Set
10

Vai realizar-se o workshop de "Sabores do mel" com os seguintes assuntos:

1. A importância do conhecimento da flora para obtenção de méis monoflorais. Noções de fitossociologia.
2. Condução de apiários para a obtenção de mel monofloral
3. Práticas apícolas na sala de extracção para obtenção de méis monoflorais
4. A cristalização e defeitos no mel
5. Importância das análises polínicas
6. As análises de antibióticos no mel
7. Degustação de vários méis
8. Legislação e comercialização do mel



Miguel Maia - APISMAIA
Produtos e Serviços em Apicultura - Beekeeping Services
Estrada Municipal 1221, nº62
5000-027 Adoufe
Tlm: 962 889 512 / 917 172 854
Vila Real - PORTUGAL

publicado por apismaia às 16:02
03
Mai
10

http://www.bee-hexagon.net/en/organic.htm

publicado por apismaia às 13:14
29
Mar
10

Há cerca de 1 mês aproveitei para trocar ceras e equilibrar as colónias devido à perspectiva de um aumento de temperatura. Nas colmeias mais fracas, coloquei um quadro de criação operculada e aberta com o intuito de reforçar a população. Porém, esta estratégia não correu da melhor maneira. Pois passadas 2 semanas, surgiram larvas de giz (ascosferiose) em todas as colmeias e principalmente nas mais fracas. Presumo que esta "ascosfera" surgiu na sequencia de elevadas amplitudes térmicas. Por exemplo, no apiário da Póvoa de Varzim chegou a estar 18 ºC de méxima e 2 ºC de minima. Ora, o que as abelhas fizeram foi abandonar a criação recentemente introduzida. Como o fungo da Ascosphera apis é um oportunista, verificou que tinha as condições ideias para se desenvolver nesta criação "abandonada". Também verifiquei que em rainhas novas (obtidas em Setembro de 2009) as ascosferiose era minima ou quase nula. Penso que este facto reforça a importância de ter uma rainha nova para prevencção de doenças. REsumindo, mais vale fazer de devagar e bem do que ter a ânsia de obter bons enxames antes do prazo.

publicado por apismaia às 12:06
01
Mar
10

 

Introdução
O termo “biológico” é aplicado aos produtos alimentares produzidos segundo normas biológicas ao longo das fases de produção, manipulação, elaboração e comercialização e que são certificados por uma entidade devidamente constituída. Por conseguinte, o termo “biológico” refere-se mais ao processo de obtenção de um produto do que o produto em si. Seguindo esta ideia para obtermos mel biológico é necessário ter em atenção particular a produção e obtenção de cera. A cera tem uma estratégia primordial na apicultura biológica (AB), visto que nesta substância são armazenadas grandes quantidades de acaricidas e esporos de loque americana. Mas também poderemos ter precauções quanto à qualidade da cera na apicultura convencional.
Os acaricidas e a cera
Um dos problemas para obter ceras biológicas consiste no armazenamento de acaricidas nesta substância. As ceras necessárias para o fabrico de novas folhas laminadas devem ser provenientes de unidades de produção que praticam a AB. Porém, existe uma dificuldade em obter cera biológica no mercado nacional como na União Europeia. Perante esta situação, a utilização de ceras pode provir da apicultura convencional desde que produzida a partir de opérculos, principalmente para novas instalações ou durante o período de conversão. A possibilidade de recorrer às ceras de opérculos da apicultura convencional é baseada no facto de que este tipo de ceras ter níveis de concentração de acaricidas sintéticos baixos comparativamente aos favos. Também é verificado que as ceras originárias do ninho têm 5 a 10 vezes mais concentração de acaricidas do que os favos das alças. Consequentemente, ao diminuir a concentração de acaricidas na cera através da utilização de cera de opérculos, muito dificilmente o acaricida é difundido para o mel.
Durante a reciclagem da cera, é possível que a concentração de acaricidas aumente devido à mistura de ceras de várias origens (do ninho, das alças, dos opérculos). Por esta razão é necessário a separação das ceras, conforme a sua origem, de maneira a obter ceras provenientes de opérculos e, portanto, com menor concentração de acaricidas.
Embora seja um assunto pouco estudado, verifica-se que durante a reciclagem da cera (com temperaturas a variar entre 75 a 150 ºC) a concentração de acaricidas pode aumentar devido a estes apresentarem uma elevada solubilidade com as ceras. Em Portugal, a preocupação da acumulação de acaricidas nas ceras está relacionada com o fluvalinato (Apistan e Klartan). Este acaricida é facilmente acumulável na cera e aumenta a sua concentração ao longo dos tratamentos. No caso do amitraz (Apivar, Acadrex e Mitac) este degrada-se com facilidade nas ceras e muito dificilmente é quantificado, no entanto, os seus metabolitos são identificados. Um terceiro tipo de acaricida que tem sido utilizado é a supona (clorvenfinvos) e este também é armazenado nas ceras. O uso de acaricidas orgânicos (timol, ácido oxálico) a médio prazo possibilita a diminuição da concentração dos acaricidas sintéticos. Até para mais, os acaricidas que podem ser utilizados na AB não são armazenados na cera como também são evacuados por evaporação durante a centrifugação do mel.
Sendo a cera dos opérculos a aconselhada a ser adquirida para futura produção biológica, o cerificador solar é uma boa alternativa no início da actividade, até porque este equipamento é o aconselhável para este tipo de cera. Posteriormente, quando forem alcançadas maiores quantidades de cera biológica poder-se-á utilizar as caldeiras de vapor.
A loque americana e a cera
A cera é um reservatório de esporos da loque americana como também o mel, a colmeia e as abelhas que alimentam as larvas. Na apicultura, tanto convencional e biológica, é proibida a utilização de qualquer antibiótico como por exemplo a Terramicina, à base de oxitetraciclina. Por outro lado, a confirmação de loque americana obriga à destruição das colmeias infectadas, o que causa prejuízos elevados na produção apícola. Para obter resultados contra a loque é necessário apostar na prevenção, tal como a desinfecção do material da colmeia por raspagem e posterior uso do maçarico e constante substituição de ceras, tanto na apicultura convencional e biológica. Uma outra solução consiste em obrigar as abelhas adultas a produzirem cera e posteriormente retirá-la da colmeia. Esta operação é baseada no facto das abelhas expulsarem os esporos da loque para a cera produzida. Para efectuar esta operação poderemos observar a figura do post anterior.
Conclusões
Para a obtenção e maneio da cera biológica é necessário ter em atenção os seguintes pontos:
a)                  Obtenção de cera biológica através de opérculos;
b)                  Maior utilização de acaricidas orgânicos e óleos essenciais na apicultura convencional de maneira a diminuir concentração dos acaricidas sintéticos nas ceras;
c)                   Procura de cera convencional a partir de apiários com baixa utilização de acaricidas sintéticos, de preferência tratados com amitraz devido à sua rápida degradação na cera;
d)                  Substituição da cera de maneira a prevenir a loque americana;
publicado por apismaia às 15:39
24
Fev
10

 

Para realizar esta técnica de evitar...ou melhor...diminuir a loque americana nos nossos apiários é necessário ter em atenção os seguintes aspectos:

 

1. Esta técnica é somente eficaz quando a loque ainda está no ínicio

 

2. Esta técnica é mais eficaz quando existe um fluxo de néctar

 

3. Mesmo com um fluxo de néctar é necessário adicionar alimentação artificial para que as abelhas "puxem" a cera

 

4. Utilizar sempre ceras novas laminadas. Não utilizar ceras laminadas que já estiveram em contacto com outros favos (mesmo que não tenham sido suspeitos de loque)

publicado por apismaia às 00:07
22
Fev
10

 

A loque americana
A bactéria da loque americana (Paenibacillus larvae) afecta somente os estádio de larva da abelha (Apis mellifera). Os esporos da loque são somente infecciosos para a larva, enquanto as abelhas adultas são as responsáveis pela sua distribuição. A larva é mais susceptível a esta doença durante as primeiras horas, 12 a 36 horas após a passagem de ovo a larva. Durante este período de tempo basta cerca de 10 esporos para haja o inicio da infecção da larva. Após a ingestão dos esporos pela larva, estes germinam após 12 horas para dar origem à fase vegetativa. A bactéria vegetativa prolifera no “intestino” da larva muito à conta da sua alimentação que é rica em glucose, frutose e sacarose. Uma característica da bactéria da loque, durante a sua proliferação na larva, é produzir uma substância designada de “proteases” que é responsável pela degradação da larva (castanha tipo café, pastosa – verificada pela técnica do palito c2.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/o6704d25e/5850875_LZ6QG.jpeg). Durante o processo de degradação da larva são produzidos milhões de esporos que vão infectar as próximas larvas.
Devido às actuais metodologias cientificas na área da genética, é possível identificar 4 tipos de bactérias da loque. No entanto, existem somente 2 genótipos (I e II) mais disseminados pelo mundo fora, sendo o genótipo I o mais comum e menos virulento. É verificado que o genótipo I mata a larva em 13 dias enquanto genótipo II (mais virulento) mata a larva em 7 dias. Porém, uma colónia de abelhas “dá-se melhor” com o genótipo II…e porquê?...devido ao seu comportamento higiénico. As bactérias do tipo II matam as larvas ao fim de 7 dias (a contar do 1º dia do ovo) e, como tal, a larva ainda não se encontra operculada o que facilita a detecção e remoção da larva pelas abelhas. Ao contrário, as larvas infectadas pelo genótipo I poderão ser operculadas, o que dificulta a limpeza pela colónia. Portanto, um dos primeiros passos para prevenir a loque americana nos nossos apiários é a selecção continua de colónias higiénicas.
Poderemos pensar que os antibióticos serão uma alternativa ao tratamento…nada mais errado…e será bastante confrangedor para o apicultor ser um dos visados neste tipo de noticias (http://montedomel.blogspot.com/2010/02/revista-proteste-n-310-fevereiro-2010.html). Até porque os antibióticos poderão ter as seguintes consequências: i) os antibióticos não são efectivos contra os esporos da loque, somente “disfarçam” os sintomas mas não curam; ii) os resíduos químicos, tal como os antibióticos, podem permanecer nas nossas colmeias (colónias) durante anos; iii) os antibióticos podem afectar a vitalidade das larvas e longevidade das abelhas adultas; iv) aumento da resistência da bactéria da loque aos antibióticos o que promove a procura de novos antibióticos…e um ciclo vicioso de resistência…
Sendo assim, o que temos a fazer são outras atitudes para prevenir a loque (já foi referido a selecção de colónias com comportamento higiénico). Por exemplo, o método de obrigar as abelhas a “puxarem” cera. Este método só resulta quando o nível da doença é baixo e existe um fluxo de néctar (para que seja possível puxar as ceras). Mas para uma explicação melhor nada como a colocação de imagens no capitulo II (post seguinte…)
Caso o nível da doença já seja elevado então vamos queimar a colmeia (inclusive as abelhas lá dentro).
publicado por apismaia às 23:59
21
Fev
10

 

 

A origem botânica do mel é algo que é esquecida, tanto pelos apicultores como pelo próprio consumidor. Este último desconhece a variedade de méis monoflorais que poderão existir em Portugal, restringindo-se a "mel escuro" e "mel claro".
Os méis escuros são geralmente obtidos em zonas de montanha. Destes, é distinguido o mel de urze (Erica spp.), que em “contra luz” tem uma cor avermelhada. Mas também é possível obter méis monoflorais de castanheiro e de melada. Este último é obtido das exsudações dos Quercus spp. (azinheiras e carvalhos). A abelha aproveita estas exsudações açucaradas que são provenientes da bolota ou das plantas, ou ainda das excreções açucaradas de certos afídeos que sugam a seiva elaborada destas plantas. Este mel é bastante apreciado em países como a Alemanha, em que o seu preço pode atingir quase o dobro dos méis de néctar. Um outro mel que é escuro e que pode ser obtido em zonas de baixa altitude é do tomilho (Thymus spp.). Este mel é obtido em zonas calcárias como é o caso das Serras de Aires e de Candeeiros e Serra de Sicó (centro de Portugal).
Os méis claros são geralmente originários do rosmaninho (Lavandula stoechas), da laranjeira (Citrus spp.) e do girassol (Helianthus annus). Estes méis predominam no Sul de Portugal, embora o mel de rosmaninho possa ser obtido na Terra-Quente Transmontana. Ainda é possível produzir o mel de soagem (Echium spp.), no entanto este mel não é valorizado pelos apicultores, até porque são néctares que contaminam o mel de rosmaninho devido a simultânea floração entre estas duas espécies.
Outros méis monoflorais poderão ser obtidos em Portugal e que possuem uma cor intermédia. O mel de eucalipto é geralmente produzido no litoral (em especial do cabo Mondego para norte) e possui uma cor âmbar. Durante o fluxo de néctar do eucalipto é possível produzir, em média, 50 a 70 kg de mel. Outro mel com interesse na produção apícola é o de silvas (Rubus spp.). Embora este mel seja desvalorizado a nível nacional, os “nuestros hermanos” galegos souberam aproveitar este mel para ser um dos “postais” da Indicação Geográfica Protegida (IGP) da Galiza. Outro mel que é por vezes aproveitado para produção de aguardentes é o de Medronheiro (Arbutus unedo). Infelizmente, este mel não chega facilmente à nossa mesa, devido á sua difícil extracção durante o Inverno. É um mel que tem a peculiaridade de ser amargo mas é bastante valorizado nos países do norte da Europa.
 
publicado por apismaia às 21:34
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boa tarde tenho algumas colmeias no alto Alentejo ...
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